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Imagem: EMBRAER
São José dos Campos, 17 de novembro de 2009 – A Embraer assinou hoje um contrato com a Oman Air para a venda de cinco aeronaves EMBRAER 175 da família de E-Jets. Quatro jatos serão operados pela companhia aérea e um servirá à Royal Omani Police. O negócio inclui ainda direitos de compra para outros cinco aviões. O valor total das ordens firmes, a preço de tabela, é de US$ 177,5 milhões, podendo dobrar se todos os direitos de compra forem convertidos. A primeira entrega está programada para o primeiro trimestre de 2011.“Estamos muito satisfeitos em receber a Oman Air como o mais novo cliente da nossafamília de E-Jets e o primeiro na região do Golfo Pérsico”, disse Frederico Fleury Curado,Diretor-Presidente da Embraer. “É um privilégio ter nossas aeronaves escolhidas paraexercer um importante papel na estratégia da companhia aérea de desenvolver serviçosaéreos domésticos no Sultanato de Omã, bem como para outros países.”Os EMBRAER 175 da Oman Air serão configurados com 72 assentos dispostos em duasclasses de serviço: 12 na executiva e 60 na econômica.“Os E-Jets são produtos comprovados no Oriente Médio e a sólida experiência que a Embraertem na região foi um importante critério em nosso processo de seleção”, disse H.E. AhmedMacki, Presidente da Oman Air. “Estamos convencidos que os E-Jets serão a plataforma idealpara aumentar freqüências e desenvolver novas rotas, bem como atender ao nosso mercadodoméstico em expansão.”Desde a entrada em serviço em 2004, mais de 600 E-Jets foram entregues em todo mundo e afamília conta hoje com 55 clientes em 38 países. A Embraer é líder em soluções para frotas comaeronaves de até 120 assentos e possui cerca de 40 jatos EMBRAER 170, EMBRAER 175,EMBRAER 190 e EMBRAER 195 entregues para clientes e operadores no Oriente Médio.

A FAB atua durante a manobra as seguintes aeronaves: C-130, KC-130, RA-1, F-5EM, C-105, A-1, C-99, AT-26, R-35, R-95, KC-137, E -99, R-99, P-95 B, SC-95, C-97, A-29, H-34, C-95, H-1H e C-98. Nos primeiros dias da operação simulada, está previsto que a Força Aérea Componente obterá a superioridade aérea na história.
A Marinha participa com treze navios, dois submarinos, quatro lanchas e oito helicópteros e ainda um destacamento de mergulhadores de combate e ainda tropa de Fuzileiros Navais. O Exército emprega os homens das 3ª, 5ª e 6ª divisões e a 3ª Região Militar e a 5ª Região Militar/ 5ª Divisão de Exército e militares do Batalhão de Operações Especiais e tropa da Brigada de Infantaria Paraquedista, provendo os meios logísticos nos três Estados da operação.
Essa é a segunda operação combinada coordenada pelo Ministério da Defesa este ano – a primeira foi a Operação Laguna, no Mato Grosso do Sul — e a quinta que tem o Sul do país como cenário. No exercício simulado da operação, os países Amarelo e Verde estão em conflito. Na guerra fictícia, o país verde corresponde aos Estados de Paraná, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul e o país Amarelo às regiões da Campanha e noroeste do Rio Grande do Sul.
O país Amarelo enfrenta uma crise de energia. Os campos petrolíferos se esgotaram e a única fonte de energia vem de uma usina binacional construída em parceria com o país Verde, onde fica a sede da hidrelétrica. O país Amarelo decide ocupar os campos petrolíferos do país Verde, localizados na região do Porto do Rio Grande. Com o aval da Organização das Nações Unidas, o país Verde decide então tomar a usina binacional, que será representada pela hidrelétrica de Itá, localizada na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande. Está armado então o cenário do conflito onde os militares brasileiros farão os exercícios.
Segundo o Estado-Maior de Defesa do Ministério da Defesa, as operações combinadas utilizam um moderno conceito de aplicação de forças militares de mar, terra e ar, de forma integrada e coordenada, para atingir um objetivo que seja de interesse para o país como, por exemplo, a defesa de áreas sensíveis.
Um dos principais objetivos das operações combinadas são o treinamento dos Estados-Maiores, no planejamento, na execução e avaliação dos exercícios. O planejamento e a definição dos cenários das operações combinadas ocorrem bem antes do início efetivo do exercício.
A Operação Laçador, de acordo com o Estado-Maior de Defesa, representa a fase final de um ciclo de planejamento trienal, iniciado em 2007, com a finalidade de: adestrar forças navais, terrestres e áreas em operações conjuntas; intensificar a presença do Estado e das Forças Armadas na área do exercício, ampliando a interação entre o Ministério da Defesa e os diversos órgãos de segurança e fiscalização; e apoiar a população com atendimentos de saúde e cidadania.
Fonte: MINISTÉRIO DA DEFESA/CECOMSAER

Photo: BOEING
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Começou na manhã de hoje (9/11) e prossegue até o dia 13 de novembro, a segunda edição da COMDAEX, exercício operacional de defesa aeroespacial que mobiliza simultaneamente as Bases Aéreas de Canoas (RS), Santa Maria (RS), o CINDACTA II, em Curitiba (PR), e unidades desdobradas no Rio Grande (RS), Caxias do Sul (RS) e Pelotas (RS).
A novidade deste ano é que a operação simula a evolução de uma crise entre dois países fictícios até chegar à deflagração do conflito. Quando o confronto for declarado formalmente, um comando conjunto assumirá a responsabilidade sobre o teatro de operações. Pela primeira vez, a transferência será realizada por meio de um acordo com cláusulas jurídicas. Entrará em cena então, a Operação Laçador, que será iniciada no próximo dia 16 de novembro.
“A COMDAEX vivencia o período que antecede o confronto, quando os governos ainda empregam esforços diplomáticos e as forças militares atuam em missões de reconhecimento”, explica o Comandante da Operação, Major-Brigadeiro-Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira.
O treinamento envolve 2.300 militares da FAB e 17 aeronaves, entre elas F-5EM, A-1, R-A1, KC-130, C-130, KC-137, E-99 e 1 helicóptero H-1H. Marinha e Exército também participam do exercício. A segurança de vôo é o princípio que norteia a operação.
“Daremos ênfase ao cumprimento das normas e doutrinas em vigor, com especial atenção para a segurança durante todas as fases da COMDAEX”, destaca o Comandante Machado.



